S*

Abril 20 2010

AWEEEEE!

Resolvi o problema! woo hoo! =DDD

 

Enfim! Este texto é da Carolina. =)

 

Já sabem que se quiserem um texto vosso, deixem 5 palavras nos comments, e se quiserem, também um tema. Eu faço com o maior prazer!

 

Vou ver os vossos blogs assim que puder, estes testes matam-me. Desculpa, Mi_Sá!!! eu vou comentar mil vezes em cada capítulo!! prometo! ^^

 

bj S*

 

É importante dar cada passo como se fosse o último; eu sei que é isso que tento fazer.

                Eu vivo como se não houvesse próximo dia, como se o sol não voltasse a pousar no mar, como se eu não pudesse voltar a olhar para os teus olhos cor de café – na verdade, eles são a coisa mais preciosa que eu tenho apesar de estarem á distância de um mundo. Sei que com um olhar doce e um sorriso brilhante agitas o meu mundo, e a cada beijo eu enlouqueço e a cada abraço suspiro por mais. Preciso tanto de ti como do ar que respiro; sem ti não consigo viver.

                Não consigo um sentimento igual ao de quando estou contigo com mais nada, excepto com a dança: é ela que me deixa viva face á distância que nos separa, é ela que me mantém sã. É o esforço para mais um passo, a força para mais uma música, a ânsia para mais uma inspiração do ar perfumado que me rodeia que dá emoção á minha vida monótona. Sei que a dançar, paro as lágrimas quando estas correm levemente pela minha face e substituo-as por um sorriso. Eu sou finalmente eu própria, e não a desconhecida que toma conta de mim quando não estás por perto. Tu dançavas comigo; E a minha memória favorita é a do nosso primeiro beijo, a da nossa primeira dança também.

                Lembro-me que era de noite; o luar banhava as nossas figuras impotentes naquele campo aberto, com o chão coberto de ervas compridas de um verde fraco, até ao joelho. Estávamos sentados numa pedra, um ao lado do outro, quando de repente quebraste o silêncio áspero da noite com a tua voz doce. Disseste três coisas, três coisas apenas e que nunca esquecerei. Primeiro, pediste-me para te ensinar a dançar. Eu levantei-me e encostei-me ao teu peito, começando-me a balançar ao som de uma música imaginária – não era bem dançar, mas era uma desculpa para te ter junto a mim e sentir o teu perfume com  os olhos fechados e um sorriso na cara. Depois, voltaste a falar e disseste que sempre iríamos estar juntos. Prometeste que não importava nada, que não importava o que os outros quisessem, que íamos fugir para longe de tudo. Levavas-me, tal qual príncipe encantado, para uma terra longínqua e viveríamos felizes para sempre. E eu sorri, e limitei-me a assentir com a cabeça, porque essa ideia parecia perfeita. Depois, finalmente, olhaste-me nos olhos e disseste que me amavas… e eu não pude fazer nada enquanto me beijavas levemente e eu perdia controlo do resto do meu corpo; a partir desse momento tu é que me controlavas.

                A partir desse momento, a minha vida foi perfeita. Estar longe de ti magoa; mas sei que tenho as memórias para sobreviver. Porque te amo. Porque me lembro de ti. Porque se eu nunca mais te vir, sei como era feliz contigo e que talvez não o possa voltar ser com mais ninguém.

                É importante dar cada passo como se fosse o último; e contigo na minha vida, é isso que eu faço.

publicado por sofy20 às 21:19

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